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Lojas online

Vender online em Portugal: loja própria, redes sociais ou marketplace

Por Darlington Vincent Publicado

Ilustração de uma pequena loja com uma encomenda, ligada a três canais de venda: uma loja online num portátil, um feed de rede social num telemóvel e um marketplace com muitos produtos, com o texto Onde vender primeiro?

Em 2026 há três canais para vender online em Portugal: loja própria, redes sociais e marketplaces. Os marketplaces trazem compradores e cobram por cada venda; o Instagram e o Facebook mostram os produtos, mas já não cobram a compra. A escolha depende do que vende, do volume de encomendas e de querer ficar com os clientes.

Muitos guias ainda descrevem o Instagram Shopping como uma loja dentro da aplicação. A Meta acabou com o pagamento nas Lojas do Facebook e do Instagram em setembro de 2025, e a lista de países onde as Lojas funcionam, consultada a 17 de setembro de 2026, não inclui Portugal. Quem planeia vender assim conta com uma função que não pode usar.

Os números oficiais mostram outra coisa que falta nesses guias: em Portugal, 44% das empresas que vendem na web usam ao mesmo tempo site próprio e marketplace, contra 31% na União Europeia. Seguem-se as condições de cada canal, tiradas da fonte, as obrigações comuns a todos e um teste de 5 perguntas para decidir por onde começar.

Resumo rápido

  • Empresas que vendem online: 21,8% das que têm 10 ou mais pessoas (INE, 2024)
  • Em site ou app próprio: 14,9%; em marketplaces, 9,4% (Eurostat, 2024)
  • Site próprio e marketplace: 44% das que vendem na web, contra 31% na UE
  • Instagram e Facebook: sem pagamento nas Lojas desde setembro de 2025; Portugal fora da lista de países
  • Amazon.es: 0,99 € por unidade ou 39 € por mês sem IVA, mais 8% a 15% por venda na maioria das categorias
  • Obrigações legais: as mesmas em todos os canais, com fatura em cada venda
  • Loja feita pela DVCodeWeb: 1.000 € a 5.000 €; manutenção desde 25 € por mês
Metodologia · verificado em setembro de 2026

Dados das empresas: INE (IUTICE 2025) e Eurostat, com vendas de 2024 de empresas com 10 ou mais pessoas. Regras e comissões: páginas para vendedores da Meta, da Amazon, da Etsy, da Worten e do KuantoKusta, abertas a 17 de setembro de 2026. Obrigações: gov.pt, Portal das Finanças e leis consolidadas. Preços da DVCodeWeb: tabela de preços e simulador.

Três canais para vender online em Portugal, e como as empresas os usam

Vender online passa por um de três canais, ou por vários ao mesmo tempo:

  • A loja própria é um site com carrinho e pagamento, no seu domínio.
  • As redes sociais, como o Instagram e o Facebook, são montra e conversa; o pagamento combina-se por mensagem ou faz-se num site.
  • Os marketplaces, como a Amazon, a Worten ou o KuantoKusta, juntam muitos vendedores e cobram por venda.

No inquérito do INE às empresas, publicado em novembro de 2025, 21,8% das empresas com 10 ou mais pessoas venderam por comércio eletrónico em 2024, e 16,9% fizeram-no por site, app ou marketplace. O INE conta os marketplaces nesse número: vender online não é o mesmo que ter loja própria. O Eurostat separa os canais e compara Portugal com a média europeia.

Empresas que vendem na web, por canal (2024, % das empresas com 10 ou mais pessoas)

Vendas web, Portugal
16,9%
Vendas web, UE
20,7%
Site ou app próprio, Portugal
14,9%
Site ou app próprio, UE
17,7%
Marketplaces, Portugal
9,4%
Marketplaces, UE
9,3%
Site próprio e marketplace, Portugal
7,4%
Site próprio e marketplace, UE
6,3%
Só marketplace, Portugal
2,0%
Só marketplace, UE
3,0%

Fonte: Eurostat, isoc_ec_esels, atualizado a 15/06/2026 (vendas de 2024). Escala de 0% a 25%.

As empresas portuguesas vendem menos em site próprio do que a média europeia, mas usam marketplaces tanto como ela. E das que vendem na web, 44% usam site próprio e marketplace em simultâneo (7,4 em 16,9), contra 31% na UE (6,3 em 20,7); só 12% vendem apenas num marketplace. O cálculo é nosso, feito sobre os valores do Eurostat.

Por setor, segundo o INE, vender na web é mais comum no alojamento e restauração (33,1%), no comércio (24,5%) e na informação e comunicação (24,3%). Nas microempresas, com menos de 10 pessoas, o último valor do Eurostat é de 2023: 8,8% vendiam na web, 7,3% em site ou app próprio e 4,8% em marketplaces.

Os passos e as obrigações para abrir uma loja online estão num guia próprio, e o que inclui a criação de lojas online da DVCodeWeb está na página do serviço.

Loja própria, redes sociais ou marketplace: comparação em 6 pontos

O que muda de canal para canal, com as regras publicadas a 17 de setembro de 2026. Mudam com frequência: confirme-as antes de decidir.

PontoLoja própriaInstagram e FacebookMarketplace
Para começarPlataforma, domínio, pagamentos e enviosPerfil profissional; Portugal fora da lista de países das Lojas da MetaRegisto e aprovação; na Worten, só empresas ou empresários em nome individual
Custo por vendaA comissão do meio de pagamentoA do meio de pagamento combinado, como MB WAY ou transferênciaPercentagem sobre o total com portes, mais mensalidade ou taxa por artigo
Quem fica com o clienteA empresa: contactos, histórico e autorização para enviar novidadesA conversa fica na aplicação; os dados da encomenda ficam consigoO marketplace; o vendedor recebe os dados para faturar e entregar
Stock e faturaçãoNum só painel, com o stock a descer em cada venda e a fatura ligada ao programaÀ mão, encomenda a encomendaNo painel do marketplace ou por API; em regra, a fatura ao cliente é sua
Obrigações legaisAtividade, fatura, 14 dias para desistir, Livro de ReclamaçõesAs mesmasAs mesmas; acima dos limites da DAC7, o marketplace comunica as vendas às Finanças
Faz sentido quandoHá marca, clientes que voltam e volume para pagar a montagemHá poucas encomendas e produtos que se explicam em fotografiasO produto se compara pelo preço e a compra raramente se repete

Já vende no Instagram ou num marketplace? Vemos consigo quando uma loja própria começa a compensar.

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Instagram e Facebook em 2026: montra e conversa, com a compra fora da aplicação

O Instagram é onde muitos clientes estão: no CTT e-Commerce Report 2025, 78,1% dos compradores online inquiridos em Portugal tinham conta nessa rede, a mais usada da lista. A forma de vender lá dentro mudou, como explica a Meta:

A partir de setembro de 2025, as lojas no Facebook e no Instagram vão passar a utilizar o pagamento no site.

Meta, Centro de Ajuda para Empresas, «Sobre as alterações às Lojas e ao pagamento no Facebook e no Instagram»

A Meta deixou de processar pagamentos e de gerir encomendas e devoluções nas Lojas, e os requisitos de elegibilidade pedem produtos à venda no site da empresa. Para quem está em Portugal há um segundo ponto: as Lojas e a identificação de produtos no Instagram exigem que o negócio esteja num país suportado, e a lista da Meta, consultada a 17 de setembro de 2026, inclui Espanha, França e Itália, mas não Portugal.

Quem vende pelo Instagram em Portugal usa as publicações para mostrar o produto, as mensagens para combinar o pagamento por MB WAY ou referência Multibanco e uma ligação para o site onde a compra termina. O catálogo continua a servir para anúncios da Meta: o plugin oficial Meta for WooCommerce, com mais de 400.000 instalações ativas, envia-o a partir da loja.

A venda por mensagem funciona enquanto as encomendas cabem numa conversa: cada pedido exige respostas, pagamento confirmado, fatura e envio feitos à mão. Quando isso ocupa boa parte do dia, é altura de levar os clientes para uma loja.

Marketplaces: o que cobram a Amazon, a Etsy, a Worten e o KuantoKusta

Um marketplace traz compradores que já estão à procura; em troca, cobra por venda e define as regras. Estas são as condições publicadas por quatro marketplaces usados por vendedores portugueses, sem ordem de preferência.

MarketplaceCusto fixoCusto por vendaA ter em conta
Amazon.es0,99 € por unidade vendida (plano Individual) ou 39 € por mês sem IVA (Profissional)Taxa por referência por categoria, na maioria entre 8% e 15%, sobre o preço total com portes e IVAA taxa por referência soma-se à do plano
Etsy0,20 USD por anúncio, que dura 4 meses; pode haver uma taxa única de abertura6,5% sobre o preço com portes, mais a taxa de pagamento, que varia com o país da conta bancáriaProíbe levar a compra para fora da Etsy
Worten MarketplaceMensalidade depois dos primeiros 6 meses, com o valor indicado no painel do vendedorPercentagem por categoria sobre o total pago pelo cliente, portes incluídosSó empresas ou empresários em nome individual
KuantoKustaSem período de fidelizaçãoComissão por venda concluída no KuantoKustaNo modelo DUO, paga por clique quando o cliente segue para a sua loja

Condições consultadas a 17/09/2026. A Worten e o KuantoKusta mostram os valores só na área de vendedor.

Antes de fixar o preço, conte com duas coisas: na Amazon, na Etsy e na Worten, a percentagem incide sobre o total pago pelo cliente, portes incluídos; e uma mensalidade custa o mesmo num mês fraco e num mês forte. Numa encomenda de 30 € com 4,50 € de portes, uma taxa de 15% sobre o total dá 5,18 €, e não os 4,50 € que seriam 15% do produto.

O cliente fica do lado do marketplace. Nos termos da Worten, os dados do comprador só passam para o vendedor quando há venda, para faturar, entregar e dar apoio pós-venda, e o espaço do vendedor não serve para publicidade. A Etsy proíbe levar a compra para fora da plataforma. E o Decreto-Lei n.º 24/2014 (art. 4.º-A) obriga o marketplace a dizer ao comprador se o vendedor é ou não um profissional.

Loja própria: o que custa e o que fica seu

Numa loja própria, a montagem paga-se uma vez; depois há custos mensais (alojamento, faturação, manutenção) e, em cada venda, a comissão do meio de pagamento. Uma loja feita pela DVCodeWeb custa 1.000 € a 2.500 € na versão essencial e 2.500 € a 5.000 € na avançada, sem limite de produtos. A manutenção mensal é opcional, desde 25 € por mês e sem prazo mínimo.

O detalhe de quanto custa uma loja online, da plataforma às comissões de pagamento, está num guia próprio. Esse valor compra controlo: os contactos, o histórico de encomendas e a autorização para enviar novidades ficam na empresa, e cada compra repetida já não paga percentagem a um marketplace. Por isso compensa mais quando há marca própria e clientes que repetem.

A contrapartida é o tráfego. Ninguém encontra uma loja nova por acaso: as visitas chegam do Instagram, dos anúncios, do Google e da lista de clientes. Pôr os produtos no Google é um desses caminhos. Antes disso vem a decisão sobre que plataforma escolher para a loja, porque é ela que define os pagamentos e as ligações a outros canais.

Quer saber quanto custaria a sua loja? Diga-nos o que vende e recebe uma proposta por escrito.

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Por onde começar a vender online? Teste de 5 perguntas

Responda com a situação de hoje. Os limites de encomendas são uma referência nossa; a decisão final depende das suas margens.

1. O que vende?

2. Já vende online?

3. Quantas encomendas tem, ou espera ter, por mês?

4. Os clientes voltam a comprar?

5. Quer ter marca própria e uma lista de clientes sua?

Responda às 5 perguntas para ver a recomendação.

Comece pela loja própria

Tem marca, clientes que voltam ou volume para pagar a montagem. Os contactos ficam na empresa, e o Instagram passa a levar clientes até à loja.

Próximo passo: escolher a plataforma e os pagamentos.

Comece pelas redes sociais, com regras de loja

Com poucas encomendas, o Instagram e o Facebook chegam para testar a procura. Trate cada venda como numa loja: atividade aberta, fatura e os 14 dias para desistir.

Próximo passo: passar para uma loja própria quando as mensagens deixarem de chegar.

Comece por um marketplace

Produtos que se comparam pelo preço encontram compradores onde eles já procuram. Some a percentagem sobre o total com portes e a mensalidade antes de fixar o preço.

Próximo passo: produtos e stock num só sítio, para juntar uma loja própria mais tarde.

Loja própria no centro, com um marketplace ao lado

Já vende e tem volume para dois canais. O risco passa a ser vender duas vezes a mesma peça ou faturar à mão.

Próximo passo: um só stock e um só programa de faturação para todos os canais.

Os quatro resultados, lado a lado:

A sua situaçãoPor onde começarPróximo passo
Marca própria, clientes que voltam, 20 a 100 encomendas por mêsLoja própriaEscolher a plataforma e os pagamentos
Menos de 20 encomendas por mês, peças únicas ou por encomendaRedes sociais, com fatura e regras de lojaLoja própria quando as mensagens deixarem de chegar
Produtos que se comparam pelo preço, compras que não se repetemMarketplaceProdutos e stock num só sítio
Já vende numa loja ou num marketplace, com mais de 100 encomendas por mêsLoja própria no centro, com um marketplace ao ladoUm só stock e um só programa de faturação

Leve o resultado para uma conversa

Diga-nos o que vende e onde vende hoje. Respondemos com o canal por onde começar e, se fizer sentido, uma proposta escrita para a loja.

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As obrigações legais são as mesmas em todos os canais

Mudar de canal não muda a lei. Uma venda fechada por mensagem no Instagram e paga por MB WAY tem, em regra, as mesmas obrigações de uma venda na loja própria:

  • Atividade aberta nas Finanças: o gov.pt indica que se abre «o mais tardar no próprio dia» do início, e o ato isolado só serve para vendas que não se repetem.
  • Uma fatura por cada venda, mesmo que o cliente não a peça (Código do IVA, art. 29.º).
  • As regras dos contratos à distância: o Decreto-Lei n.º 24/2014 abrange «qualquer meio» usado sem a presença física das duas partes, mensagens e marketplaces incluídos, e dá ao cliente 14 dias para desistir.
  • O Livro de Reclamações Eletrónico, com o acesso visível no site.
  • Nos marketplaces, a comunicação às Finanças: pela Lei n.º 36/2023 (DAC7), as plataformas comunicam os dados dos vendedores com 30 ou mais vendas de bens, ou mais de 2.000 €, no ano, como resume a Ordem dos Contabilistas Certificados.

Em regra, não é precisa licença: a DGAE indica que o comércio online não está abrangido pelo regime de licenças do comércio (RJACSR). O CAE, os limites do programa de faturação certificado e as exceções por produto estão no guia para criar uma loja online em Portugal.

Juntar os canais sem trabalho a dobrar: stock e faturação

Vender em dois canais só dá trabalho a dobrar quando cada um tem a sua lista de produtos. O que evita erros é uma fonte única para produtos, preços e stock, normalmente a loja ou um programa de gestão, com os outros canais ligados a ela, de três formas:

  • Catálogo sincronizado. A Meta importa os produtos de plataformas parceiras, como WooCommerce, Shopify ou Wix, e atualiza-os com regularidade; as alterações feitas à mão no Gestor de Comércio são substituídas na sincronização seguinte.
  • API (uma ligação direta entre programas) ou conector entre a loja e o marketplace. A Worten disponibiliza APIs aos vendedores; é por ligações deste tipo que o stock e as encomendas circulam sem cópias manuais.
  • Programa de faturação ligado à loja. Programas certificados como o InvoiceXpress ligam-se por plugin ou API e emitem a fatura quando chega a encomenda.

Falhar a sincronização tem custo. Nos termos da Worten, o vendedor que cancela uma encomenda já aceite pode ser suspenso provisoriamente nas situações do anexo XI, e o cancelamento é o desfecho habitual quando a mesma peça se vende em dois sítios. No KuantoKusta, o modelo DUO permite as duas coisas: vender dentro do marketplace, com comissão, ou enviar o cliente para a sua loja e pagar por clique.

Nas lojas que fazemos, o stock desce sozinho a cada venda e as faturas saem sem copiar dados à mão: a base para ligar outros canais mais tarde.

Perguntas frequentes sobre vender online em Portugal

Onde posso vender online em Portugal?

Numa loja própria, no seu domínio; nas redes sociais, como o Instagram e o Facebook, com a venda combinada por mensagem ou concluída num site; e em marketplaces como a Amazon.es, a Etsy, a Worten ou o KuantoKusta. Pelos dados do Eurostat de 2024, 44% das empresas portuguesas com 10 ou mais pessoas que vendiam na web usavam site próprio e marketplace.

Preciso de loja online se já vendo no Instagram?

Não é obrigatório, mas o Instagram já não fecha a venda. Desde setembro de 2025, as Lojas do Facebook e do Instagram enviam a compra para o site da empresa, e a lista de países da Meta para as Lojas não inclui Portugal. Quando as encomendas deixam de caber nas mensagens, uma loja própria passa a compensar.

É preciso abrir atividade para vender no Instagram?

Sim, se vende com regularidade. O gov.pt indica que quem trabalha por conta própria abre atividade nas Finanças antes de começar, e o ato isolado só serve para vendas que não se repetem. O canal não muda as regras: cada venda precisa de fatura e o cliente tem 14 dias para desistir.

É preciso declarar vendas online?

Sim. As vendas online entram na faturação da atividade como as outras, com uma fatura por venda. Nos marketplaces há ainda a Lei n.º 36/2023 (DAC7): as plataformas comunicam às Finanças os dados dos vendedores com 30 ou mais vendas de bens, ou mais de 2.000 €, no ano.

Qual é a melhor plataforma gratuita para vender online?

Nenhum canal fica sem custo em todas as vendas. Nas redes sociais paga o meio de pagamento que combinar, porque a Meta já não processa pagamentos nas Lojas. Nos marketplaces, a Amazon.es cobra 0,99 € por unidade no plano Individual e a Etsy 0,20 USD por anúncio mais 6,5% por venda. Depende do produto e do volume.

Os marketplaces cobram comissão por venda?

Sim. A Amazon.es cobra uma taxa por referência, na maioria das categorias entre 8% e 15% do total com portes, além do plano; a Etsy cobra 6,5% sobre o preço com portes; a Worten cobra uma percentagem por categoria e, após 6 meses, uma mensalidade; o KuantoKusta cobra por venda concluída.

Posso vender online sem site?

Pode, num marketplace ou por mensagem nas redes sociais, com as mesmas obrigações: atividade aberta, fatura em cada venda e as regras dos contratos à distância. O limite está noutro lado: as Lojas da Meta exigem produtos à venda no site da empresa, e num marketplace o cliente fica do lado da plataforma.

Como juntar a loja online e um marketplace sem erros de stock?

Com uma fonte única para produtos e stock, normalmente a loja, ligada aos outros canais: catálogo sincronizado para a Meta, API ou conector para o marketplace e programa de faturação ligado às encomendas. Vender a mesma peça duas vezes tem custo: a Worten pode suspender quem cancela encomendas já aceites.

Fontes e metodologia

  1. Empresas: INE, IUTICE 2025 (destaque de 21/11/2025); Eurostat, isoc_ec_esels (atualizado a 15/06/2026). Consultados a 17/09/2026.
  2. Meta, Centro de Ajuda para Empresas: alterações às Lojas, requisitos de elegibilidade, países suportados e catálogo a partir de uma plataforma parceira; plugin Meta for WooCommerce. Consultados a 17/09/2026.
  3. Instagram entre compradores online: CTT e-Commerce Report 2025 (inquérito de maio e junho de 2025).
  4. Marketplaces: Amazon.es, quanto custa vender; Etsy, Fees & Payments Policy (atualizada a 13/02/2026); Worten, termos para vendedores (versão de 19/05/2025); KuantoKusta, página para lojas. Consultados a 17/09/2026.
  5. Obrigações: gov.pt, abrir atividade; Portal das Finanças, atos isolados; Código do IVA, art. 29.º; Decreto-Lei n.º 24/2014, versão consolidada; OCC, DAC7 e Lei n.º 36/2023; DGAE, comércio online. Consultados a 17/09/2026.
  6. Faturação ligada à loja: InvoiceXpress, plugins e API, consultado a 17/09/2026.
  7. Preços da DVCodeWeb: tabela de preços e simulador, setembro de 2026.

Quer vender online sem trabalho a dobrar?

Fazemos lojas com MB WAY e Multibanco, stock que desce a cada venda e faturas emitidas sem copiar dados. Diga-nos onde vende hoje e recebe uma proposta por escrito.

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Escrito por

Darlington Vincent

Fundador da DVCodeWeb

Fundador da DVCodeWeb. Ajuda empresas portuguesas a transformar sites em canais de aquisição de clientes, com foco em WordPress, SEO técnico e design orientado a conversão.

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