Em 2026, escolha uma empresa de criação de sites pela proposta escrita: o que inclui e exclui, datas, fases de pagamento, domínio e código em nome da sua empresa e condições de manutenção. Antes de assinar, confirme que a empresa existe e desconfie de quem garante o primeiro lugar no Google.
Quando pede orçamento a várias empresas que criam sites, as respostas não se comparam: um valor num email, um PDF de dez páginas, uma chamada. Os problemas chegam depois, quando os textos afinal não estavam incluídos ou o domínio está em nome de outra pessoa.
Este guia tem as perguntas a fazer, uma checklist de 15 pontos para avaliar a proposta que recebeu, as cláusulas do contrato e o que a lei portuguesa diz sobre direitos, dados pessoais e faturas, com as fontes à vista. Os passos que vêm antes, do objetivo do site ao registo do domínio, estão no guia para criar um site para a empresa.
Resumo rápido
- O que comparar: a proposta escrita, ponto por ponto
- Perguntas a fazer: 12, antes de pedir proposta
- Proposta completa: 15 pontos escritos
- Código feito por encomenda: de quem encomenda, salvo acordo
- Design e textos: de quem os cria, salvo acordo
- Certidão permanente: 25,00 € por 1 ano, ou consulta sem custo com o código
- Primeiro lugar no Google: ninguém o pode garantir
- Preços DVCodeWeb: sites de 400 € a 6.000 €, manutenção desde 25 € por mês
A DVCodeWeb é uma empresa de criação de sites, por isso escrevemos do lado de quem faz propostas e dizemo-lo à partida. Cada regra legal foi lida no texto em vigor a 17 de setembro de 2026, com a ligação para a fonte. Os exemplos de propostas são fictícios. Os nossos preços são os da tabela de preços e do simulador. Este guia não é aconselhamento jurídico: num contrato de valor alto, peça a revisão a um advogado.
As 12 perguntas a fazer antes de contratar uma empresa de sites
Faça estas perguntas na primeira conversa. As respostas dizem-lhe o que a proposta deve trazer por escrito, e a forma como são dadas também conta.
Sobre a empresa
| Pergunta | Uma boa resposta inclui |
|---|---|
| 1. Que empresa assina o contrato e emite as faturas? | Nome, NIF e morada, para confirmar que a empresa existe |
| 2. Quem faz o trabalho, e alguma parte é subcontratada? | Nomes e funções; se houver subcontratação, quem é e a que tem acesso |
| 3. Que sites vossos estão no ar? | Endereços de sites a funcionar hoje, além das imagens do portefólio |
Sobre o projeto
| Pergunta | Uma boa resposta inclui |
|---|---|
| 4. O que precisam de mim, e em que datas? | Textos, fotografias, acessos e aprovações, com datas. É o que mais atrasa um projeto |
| 5. Em que plataforma fica o site? | WordPress, Shopify ou código à medida, e se outro profissional consegue continuar o trabalho |
| 6. O que conta como alteração, e quantas rondas estão incluídas? | Um número e uma definição: corrigir um erro não é acrescentar uma página |
| 7. Como é testado e aprovado o site antes de ir para o ar? | Testes no telemóvel e no computador, formulários experimentados e a sua aprovação por escrito |
| 8. Vão tratar dados pessoais dos meus clientes? | Se alojam ou mantêm o site com dados reais, um acordo escrito de subcontratação (RGPD, art. 28.º) |
Sobre o depois
| Pergunta | Uma boa resposta inclui |
|---|---|
| 9. A quem pertencem o design, os textos e o código? | À sua empresa, dito no contrato, com as licenças de terceiros à parte |
| 10. Que acessos recebo? | O domínio com a sua empresa como titular, um utilizador de administrador e acesso ao Google Search Console |
| 11. Quanto custa manter o site depois do lançamento? | Os dias de correções incluídos, o preço mensal, o que inclui e se há prazo mínimo |
| 12. Se eu mudar de empresa, o que me entregam? | Uma cópia completa dos ficheiros e da base de dados, os acessos e um prazo escrito |
Com as respostas na mão, falta confirmar o que nenhuma conversa prova: que a empresa existe.
Tem um projeto em mãos? Diga-nos o que precisa e faça-nos estas 12 perguntas na primeira conversa.
Pedir orçamentoComo confirmar que a empresa existe: 5 verificações em Portugal
Um portefólio bonito prova pouco. Estas verificações provam mais e custam pouco ou nada.
| Verificação | Onde | O que confirma |
|---|---|---|
| Certidão permanente | Plataforma de Serviços do Registo, com o código que a empresa lhe der | Os registos da empresa e os pedidos de registo pendentes |
| Atos societários | publicacoes.mj.pt | Os atos da sociedade publicados online |
| Livro de Reclamações | O site da própria empresa | Se mostra o acesso à plataforma, como a lei obriga |
| Sites no ar | Os endereços que a empresa indicar | Trabalho real, a funcionar hoje |
| Avaliações | O perfil da empresa no Google Maps | Opiniões de clientes, sem padrões estranhos |
Com o código de acesso, a consulta da certidão não custa nada; uma certidão nova custa 25,00 € por 1 ano de validade. Um trabalhador independente não tem certidão comercial: nesse caso, a proposta deve trazer o nome completo, o NIF e a morada, e cada pagamento deve ter fatura.
Como ler as avaliações
Desconfie de muitas opiniões de cinco estrelas publicadas em pouco tempo, ou de perfis com uma única avaliação. A política de conteúdos do Google Maps não permite críticas «pagas, direta ou indiretamente» e trata como manipulação os «volumes ou padrões invulgares» de avaliações. Na lei portuguesa, apresentar avaliações falsas de consumidores é prática enganosa em qualquer circunstância (Decreto-Lei n.º 57/2008, art. 8.º, alínea dd)).
O que uma proposta completa diz por escrito: 15 pontos
Uma proposta é a primeira versão do contrato: o que não estiver escrito vai ser discutido mais tarde, normalmente depois de pagar uma parte. A tabela mostra os dez pontos onde a diferença mais se nota. As frases entre aspas são exemplos fictícios.
| Ponto | Proposta completa | Proposta fraca |
|---|---|---|
| Âmbito | «5 páginas: Início, Serviços, Sobre, Contactos e Política de privacidade; formulário de contacto» | «Site institucional moderno e responsivo» |
| Exclusões | «Não inclui: textos, fotografias, loja online, outra língua» | Nada dito |
| Conteúdos | Quem escreve os textos, quem trata das imagens e até quando | «O cliente fornece os conteúdos» |
| Alterações | «2 rondas ao design e 1 ao site final; o resto é orçamentado à parte» | «Ajustes até ficar satisfeito» |
| Datas | A data de cada entrega e o que depende de si para a cumprir | «Prazo a combinar» |
| Preço | Valor total fechado, com indicação de IVA | «Valor estimado», sem dizer como se calcula |
| Pagamento | Fases ligadas a entregas, com fatura em cada uma | «Metade agora, o resto quando estiver pronto» |
| Domínio | «Registado com o cliente como titular» | «Tratamos do domínio» |
| Correções | Os dias de correções e a diferença entre corrigir e acrescentar | «Suporte incluído» |
| Manutenção | Preço mensal, o que inclui, prazo mínimo e como cancelar | «Manutenção opcional», sem preço |
Os outros cinco pontos (validade e aceitação, direitos, acessos, dados pessoais e saída) normalmente nem aparecem numa proposta fraca. Estão todos na checklist e no contrato, mais abaixo.
Exemplo anotado: o topo de uma proposta
Proposta n.º 2026/014 · 17 de setembro de 2026 · válida até 17 de outubro de 2026. Nota: diz que versão aceitou e até quando o preço se mantém.
Cliente e prestador: Clínica Exemplo, Lda. e a empresa do site, cada uma com NIF e morada. Nota: são os dados das faturas e da certidão.
Projeto: site institucional de 5 páginas com formulário de contacto; preço fechado, pago em 3 fases ligadas a entregas. Nota: diz numa frase o que está a comprar.
Aceitação: assinatura desta proposta ou resposta por email. Nota: diz quando o acordo passa a valer.
Checklist: avalie a proposta que recebeu
Marque só o que está escrito na proposta. Uma promessa feita ao telefone não conta.
Âmbito e conteúdos
Dinheiro e datas
Propriedade e acessos
Depois do lançamento
Marque o que a proposta que recebeu diz por escrito.
Se o ponto 9 ficou por marcar, trate-o primeiro, seja qual for a pontuação: o domínio é a parte do site que não se recria com dinheiro. O que fazer nesse caso está no guia sobre quem é o dono do site.
Ficaram pontos por marcar? Envie-nos o que precisa e compare a nossa proposta com a que tem, ponto por ponto.
Pedir orçamento7 sinais de alerta numa proposta de site
Nenhum destes sinais prova má-fé, mas todos pedem explicações por escrito antes de pagar.
| Sinal de alerta | Porque é um problema | O que pedir |
|---|---|---|
| 1. Garante o primeiro lugar no Google | Ninguém controla a ordem dos resultados | O que vai ser feito em SEO e como se mede |
| 2. Regista o domínio em nome de quem faz o site | Quem é titular controla o endereço e o email | A sua empresa como titular desde o registo |
| 3. Dá um preço sem perguntar nada sobre o negócio | O que faltar aparece depois como extra | A lista de páginas, funções e exclusões |
| 4. Pede pagamentos sem fatura | A lei obriga a fatura em cada pagamento, incluindo o sinal | Fatura com o NIF da sua empresa |
| 5. Anuncia um site «grátis» com mensalidade obrigatória | Sem regras de saída, o site fica preso à mensalidade | O total a pagar, de quem é o site e quanto custa sair |
| 6. Não entrega acessos de administrador | Qualquer mudança fica dependente da mesma empresa | A lista de acessos no lançamento |
| 7. Só quer acordar por telefone | Não há forma de provar o que ficou combinado | Uma proposta escrita, com data e validade |
Sobre o quinto sinal: nas vendas a consumidores, chamar «grátis» a algo que obriga a pagar mais do que o custo indispensável é prática enganosa (Decreto-Lei n.º 57/2008, art. 8.º, alínea x)). Sobre o primeiro, o Google responde no próprio guia para contratar um especialista de SEO:
Ninguém pode garantir a classificação em primeiro lugar no Google.Google Search Central, guia para contratar um especialista de SEO
O mesmo guia recomenda dar a um especialista de SEO, numa primeira fase, só acesso de leitura ao Google Search Console. A regra serve para qualquer fornecedor: cada acesso com o nível que o trabalho exige. Os restantes cuidados antes de pagar a um consultor SEO estão num guia próprio.
Quer ver como é uma proposta nossa? Recebe por escrito o valor fechado, o que está incluído, as fases de pagamento e o prazo.
Pedir orçamentoContrato de criação de site: as 10 cláusulas que protegem a sua empresa
O contrato pode ser a proposta assinada com condições gerais, ou um documento à parte. O que conta é ter estas cláusulas. As do domínio e dos acessos estão em detalhe no guia sobre quem é dono do site, do domínio e do código.
| Cláusula | O que deve dizer |
|---|---|
| 1. Objeto | Remete para a proposta aceite, com páginas, funções e exclusões |
| 2. Datas | As datas de entrega e o que lhes acontece se os conteúdos chegarem tarde |
| 3. Preço e faturas | Valor total, fases ligadas a entregas e fatura em cada pagamento |
| 4. Aceitação | Como se testa e aprova cada fase, e o que conta como alteração |
| 5. Domínio | A sua empresa como titular desde o registo |
| 6. Direitos | A quem pertencem o código, o design e os textos, e que licenças de terceiros ficam de fora |
| 7. Acessos | A lista de acessos entregues no lançamento, com utilizadores próprios |
| 8. Dados pessoais | Os papéis no RGPD e o acordo de subcontratação, quando se aplica |
| 9. Manutenção | Preço mensal, o que inclui, prazo mínimo e pré-aviso |
| 10. Fim do contrato | O que é entregue, em que formato e prazo, e o que acontece às cópias de dados |
Quem é dono de cada parte, se o contrato não disser nada
A lei portuguesa dá respostas opostas para partes diferentes do mesmo site, e é por isso que a cláusula dos direitos faz tanta diferença.
| Parte do site | Sem acordo, pertence a | Onde está na lei |
|---|---|---|
| Código escrito por encomenda | Quem encomendou, «salvo estipulação em contrário ou se outra coisa resultar das finalidades do contrato» | Decreto-Lei n.º 252/94, art. 3.º, n.º 3 |
| Design, textos e fotografias feitos por encomenda | Presume-se que a quem os criou | CDADC, art. 14.º, n.º 2 |
| WordPress, temas e plugins | Ficam sob as licenças de quem os fez; o contrato diz em nome de quem estão as licenças pagas | A licença de cada componente |
| Domínio | A quem está registado como titular | O registo do domínio |
Um acordo por email já obriga as partes, porque a lei, em regra, não exige forma especial (Código Civil, art. 219.º). Os direitos de autor são a exceção: transmiti-los exige documento com as assinaturas reconhecidas pelo notário, se a transmissão for parcial, ou escritura pública, se for total (CDADC, arts. 43.º e 44.º).
Para obras feitas por encomenda, a lei manda seguir «o que tiver sido convencionado» (CDADC, art. 14.º). Por isso, o mais simples é o contrato dizer, antes de o trabalho começar, a quem pertencem o design e os textos, ou que licença de uso recebe a sua empresa.
Acessos sem partilhar palavras-passe
- O domínio, o Google Search Console e o Google Analytics ficam em nome da sua empresa.
- Quem faz o site entra com um utilizador próprio, que se retira no fim, e não com a sua palavra-passe.
- O alojamento pode ser de quem mantém o site, se o contrato garantir uma cópia completa e os acessos quando sair.
- No lançamento, recebe a lista de acessos por escrito e muda as palavras-passe que tenham sido partilhadas.
RGPD, Livro de Reclamações e faturas: 3 regras portuguesas que entram no projeto
RGPD: quem é responsável e quem é subcontratante
Um site trata dados pessoais assim que tem um formulário, uma loja ou estatísticas de visitas. No RGPD, quem decide para que servem os dados é o responsável pelo tratamento, e quem os trata por conta dele é o subcontratante (art. 4.º).
| Quem | Papel no RGPD | O que fica escrito |
|---|---|---|
| A sua empresa | Responsável pelo tratamento | A política de privacidade e a resposta aos pedidos dos titulares dos dados |
| A empresa do site, se aloja, mantém ou acede a dados reais | Subcontratante | Um acordo escrito: trata os dados só com instruções suas, com confidencialidade e segurança, e apaga ou devolve os dados no fim (art. 28.º) |
| Alojamento e outros serviços que a empresa do site usa | Outros subcontratantes | A sua autorização prévia, por escrito (art. 28.º) |
O RGPD manda recorrer só a subcontratantes com «garantias suficientes» de medidas técnicas e organizativas adequadas. Na prática, pergunte onde fica alojado o site, quem lhe tem acesso e como são feitas as cópias de segurança.
Livro de Reclamações e informação legal no novo site
Todos os fornecedores de bens e prestadores de serviços têm de ter o Livro de Reclamações Eletrónico, mesmo que trabalhem só online, e de mostrar no site, «em local visível e de forma destacada», o acesso à plataforma livroreclamacoes.pt (Decreto-Lei n.º 156/2005, arts. 2.º e 5.º-B). Quem vende a consumidores indica também no site a entidade de resolução alternativa de litígios, como explica a ASAE.
Estas informações são obrigação da sua empresa, mas a proposta deve dizer quem as coloca no site. Numa loja online de uma empresa que não seja microempresa, junte a acessibilidade, exigida aos serviços de comércio eletrónico desde 28 de junho de 2025 (Decreto-Lei n.º 82/2022, arts. 2.º e 39.º).
Faturas: uma por pagamento, incluindo o sinal
Se paga por fases, cada pagamento tem a sua fatura. O Código do IVA obriga a faturar os pagamentos feitos antes de o serviço estar prestado (art. 29.º), na data em que são recebidos, e a fatura identifica as duas partes com o NIF e descreve o serviço (art. 36.º). Antes de comparar valores, confirme também se cada proposta indica o preço com ou sem IVA.
Compare a nossa proposta com as outras, ponto por ponto
Diga-nos o que precisa. Enviamos por escrito o valor fechado, o que está incluído, as fases de pagamento e o prazo, com o domínio em nome da sua empresa.
Pedir orçamentoComo comparar 3 propostas com preços diferentes
Propostas com preços muito diferentes raramente descrevem o mesmo site. Ponha-as na mesma base antes de olhar para o total:
- Envie a todas o mesmo pedido escrito: objetivo, páginas, funções, estado dos textos e faixa de orçamento.
- Passe cada proposta pela checklist e peça por escrito o que falta.
- Some ao preço o que cada uma exclui e vai pagar a outra pessoa: textos, fotografias, licenças, alojamento.
- Compare construir e manter durante o tempo em que vai usar o site.
| Exemplo fictício | Proposta A (a mais barata) | Proposta B | Proposta C (a mais cara) |
|---|---|---|---|
| Lista de páginas e funções | Não | Sim | Sim |
| Textos incluídos | Não | Não | Sim |
| Rondas de alterações definidas | Não | Sim | Sim |
| Domínio em nome do cliente | Não diz | Sim | Sim |
| Direitos e acessos no contrato | Não | Sim | Sim |
| Manutenção | Sem preço | Com preço, sem prazo mínimo | Com preço e prazo mínimo |
| Pontos da checklist | 4 de 15 | 13 de 15 | 14 de 15 |
Aqui, a proposta A só parece mais barata porque deixa de fora o que as outras incluem. A escolha real é entre B e C: se já tem os textos, a B dá-lhe o mesmo site por menos; se não tem, a diferença para a C pode ser o custo dos textos.
Como referência, os preços da DVCodeWeb são: landing page 400 € a 500 €, site institucional até 5 páginas 600 € a 800 €, site profissional 900 € a 2.000 €, site à medida 2.000 € a 6.000 € e lojas online desde 1.000 €. O detalhe está na tabela de orçamento para criação de sites e no guia sobre quanto custa um site.
Se compara um profissional independente com uma agência, veja primeiro quando cada um faz sentido no guia freelancer ou agência para criar um site.
Depois do lançamento: correções, manutenção e saída
É no dia do lançamento que muitas propostas deixam de dizer o que acontece. Três coisas têm de estar escritas.
Correções
O período de correções cobre erros no que foi entregue, como um formulário que não envia. Acrescentar uma secção é trabalho novo. Na DVCodeWeb, nos 30 dias depois do lançamento verificamos o site e corrigimos os erros que apareçam, sem custo adicional; depois, as correções e as alterações entram na manutenção.
Manutenção
Peça o preço mensal, o que inclui e as regras para cancelar. Na DVCodeWeb, a manutenção de sites custa desde 25 € por mês num site ou numa loja simples, com domínio e alojamento incluídos. É opcional, não tem prazo mínimo e pode cancelar quando quiser. O que entra na conta anual, linha a linha, está em quanto custa manter um site por ano.
Saída
A cláusula de saída diz o que recebe (uma cópia completa dos ficheiros e da base de dados, e os acessos) e em que prazo. Numa mensalidade que junta construção e manutenção, pergunte desde quando o domínio é seu, quando passa o código a ser seu e quanto custa sair antes do fim.
Nas nossas propostas com mensalidade, o domínio fica em nome do cliente desde o primeiro dia, o código e os ficheiros passam a ser do cliente quando a construção estiver paga, e quem sair antes paga o que falta da construção e leva tudo.
Perguntas frequentes sobre escolher uma empresa de criação de sites
Como escolher uma boa empresa para criar um site?
Compare as empresas pela proposta escrita: o que inclui e exclui, as datas, as fases de pagamento, em nome de quem ficam o domínio e o código, e quanto custa manter o site. Confirme também que a empresa existe, veja sites que fez e estão no ar, e desconfie de quem garante o primeiro lugar no Google.
Que perguntas fazer a uma empresa de criação de sites?
Pergunte quem assina e fatura, quem faz o trabalho, que sites tem no ar, o que precisa de si e em que datas, quantas rondas de alterações inclui, se vai tratar dados dos seus clientes, a quem pertencem o design e o código, que acessos recebe, quanto custa a manutenção e o que lhe entregam se mudar de empresa.
O que deve incluir uma proposta de criação de site?
Páginas e funções incluídas, o que fica de fora, quem trata dos textos, rondas de alterações, datas, preço total e fases de pagamento, validade, titular do domínio, direitos sobre o design e o código, acessos, papéis no RGPD, período de correções, manutenção e o que recebe se mudar de empresa. São 15 pontos.
Como saber se uma empresa de sites é de confiança?
Peça o código da certidão permanente e consulte-a na Plataforma de Serviços do Registo, sem custo. Veja se o site da empresa mostra o acesso ao Livro de Reclamações Eletrónico, visite sites que ela fez e estão no ar, e desconfie de muitas avaliações de cinco estrelas publicadas em pouco tempo.
Quem fica dono do site quando contrato uma empresa?
Depende do contrato. Sem acordo, a lei presume que o código feito por encomenda é de quem o encomendou (Decreto-Lei n.º 252/94, art. 3.º), mas que o design e os textos são de quem os criou (CDADC, art. 14.º). O domínio é de quem está registado como titular. O contrato deve dizer tudo isto por escrito.
Uma empresa pode garantir o primeiro lugar no Google?
Não. O guia do Google para contratar um especialista de SEO diz que ninguém pode garantir a classificação em primeiro lugar no Google. Uma empresa séria explica o que vai fazer em SEO e como mede o resultado, sem prometer posições.
Devo pagar tudo adiantado?
Não é obrigatório. Pagar por fases ligadas a entregas protege os dois lados, e cada pagamento, incluindo o sinal, deve ter fatura (Código do IVA, arts. 29.º e 36.º). Na DVCodeWeb pode pagar de uma vez ou por fases, sem juros, e o preço é o mesmo.
Quanto custa pedir para fazer um site?
Na DVCodeWeb, uma landing page custa 400 € a 500 €, um site institucional até 5 páginas 600 € a 800 €, um site profissional 900 € a 2.000 € e um site à medida 2.000 € a 6.000 €. Uma loja online começa nos 1.000 €. O valor fica fechado na proposta escrita.
Qual é a diferença entre contrato de trabalho e prestação de serviços?
No contrato de trabalho, a pessoa presta a sua atividade sob a autoridade e direção de quem a contrata (Código Civil, art. 1152.º). Na prestação de serviço, compromete-se a entregar um resultado do seu trabalho (art. 1154.º). Contratar uma empresa para criar um site é, em regra, uma prestação de serviço.
O que acontece se a empresa que fez o site deixar de existir?
Se o domínio está em nome da sua empresa e tem os acessos e uma cópia completa do site, outro profissional pode continuar o trabalho. Se não tem, pode ficar sem forma de alterar o site. Por isso, a lista de acessos e a cláusula de saída contam logo na assinatura do contrato.
Fontes e metodologia
- Código feito por encomenda: Decreto-Lei n.º 252/94, art. 3.º, Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa.
- Obras feitas por encomenda e forma das transmissões: CDADC, art. 14.º e arts. 43.º e 44.º.
- Forma dos contratos e prestação de serviço: Código Civil, art. 219.º e arts. 1152.º e 1154.º.
- Responsável pelo tratamento e subcontratante: RGPD, arts. 4.º e 28.º, EUR-Lex.
- Livro de Reclamações Eletrónico: Decreto-Lei n.º 156/2005, arts. 2.º e 5.º-B, versão em vigor.
- Resolução alternativa de litígios: ASAE, perguntas frequentes (Lei n.º 144/2015, art. 18.º).
- Avaliações falsas e anúncios «grátis»: Decreto-Lei n.º 57/2008, art. 8.º, alíneas x) e dd).
- Acessibilidade no comércio eletrónico: Decreto-Lei n.º 82/2022, arts. 2.º e 39.º.
- Faturas: Código do IVA, art. 29.º e art. 36.º, Portal das Finanças.
- Certidão permanente: Plataforma de Serviços do Registo, pedir e consultar; Publicações de atos societários.
- Garantias de posição e acesso ao Search Console: Google Search Central, guia para contratar um especialista de SEO, atualizado a 10 de junho de 2026.
- Avaliações no Google Maps: Política de Conteúdos Fornecidos pelos Utilizadores do Maps.
- Preços, correções e manutenção da DVCodeWeb: tabela de preços e página de manutenção.
- Todas as fontes foram lidas a 17 de setembro de 2026, data em que foram também analisados os resultados do google.pt para 8 pesquisas, entre elas «empresas que criam sites» e «contrato criação de site».
Envie-nos o que precisa e compare
Recebe uma proposta escrita com o valor fechado, o que está incluído, as fases de pagamento e o prazo. Passe-a pela checklist e compare-a com as outras.
Sem compromisso · Proposta escrita




